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sábado, 14 de setembro de 2013
PEQUENO SONETO INGÊNUO
Vastas medidas de chão,
vasto pasto, postes toscos,
poucas bestas, tanta mosca,
corpos mortos: podridão.
Rala e escassa comida,
pratos postos, mesa pobre,
“velha praga”, frio e fome,
dias longos, pouca vida.
Tez opaca a do pecado,
porque ao grande pecador
permite-se ter pecado.
Se pra todos é o perdão,
por que pecam ricos, pobres
e se paga a redenção?
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Milton Giaretta,
poesia adolescente
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